RIO - O rendimento médio real habitualmente recebido pelos trabalhadores para o agregado das seis regiões investigadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) correspondeu a R$ 1.267,30, em setembro, um aumento de 0,9% ante o mês anterior.

No comparativo com o nono mês de 2007, houve elevação de 6,4%.

Pelo estudo do organismo, entre as seis regiões metropolitanas estudadas, o rendimento melhorou entre o mês passado e o antecedente em Recife (0,7%), Salvador (5,7%), Belo Horizonte (3,4%), São Paulo (1,1%) e Porto Alegre (1%). A exceção coube ao Rio de Janeiro, onde foi observada redução de 1,4%.

Perante setembro de 2007, houve recuperação no rendimento em cinco regiões - Salvador (12,3%), Belo Horizonte (9%), Rio de Janeiro (8%), São Paulo (5,7%) e Porto Alegre (1,1%). No Recife, houve estabilidade.

Na base mensal, os trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado notaram estabilidade, a R$ 1.212,50. Os empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado tiveram rendimento médio de R$ 815,40, decréscimo de 3,3%. Os trabalhadores por conta própria acabaram com a renda 1,4% mais enxuta, de R$ 1.053. Militares e funcionários públicos tiveram aumento de 4,3% no rendimento médio, para R$ 2.261,50.

Perante setembro do ano passado, o rendimento dos trabalhadores com carteira assinada avançou 4,6%. Os trabalhadores sem carteira ficaram com renda 4,5% maior e os trabalhadores por conta própria registraram incremento de 4,8%. Os militares e servidores públicos verificaram elevação de 8,8%.

(Valor Online)

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