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Renault evolui, mas ainda deixa a desejar

Parece estranho, mas só agora, dois anos após seu lançamento no País, é que o Mégane ganhou uma versão topo de linha à altura dos rivais. Some-se a isso a Renault ter começado a vender o carro com o motor menor, de 1,6 litro, e não é surpresa ver o modelo ter números de emplacamentos aquém de suas possibilidades.

Agência Estado |

Apesar de ter ficado em último lugar neste comparativo, o três-volumes feito em São José dos Pinhais (PR) tem seus predicados. Para aqueles que gostam de um sedã que seja mais voltado para o conforto, o Mégane não desaponta. Além do ajuste da suspensão, seus bancos são mais macios que os dos concorrentes.

Assim como o Corolla, o Renault não tem opcionais, mas o destaque da versão Privilège é a boa lista de itens de série. Há bancos revestidos de couro, comando digital do ar-condicionado e sensores de marcha à ré, chuva e luminosidade, entre outros.

Contudo, o três-volumes da Renault é simples demais em relação aos outros. O acabamento geral é apenas razoável e fazem falta alguns equipamentos, desde um moderno sensor de estacionamento na frente, como há nos rivais, até um prosaico apoio de braço central traseiro.

O preço médio do seguro é o mais alto dos três.

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