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Registro de endereços na internet desacelera no Brasil

O registro de endereços na internet, que vinha crescendo cerca de 30% ao ano, avançou somente 19% no terceiro trimestre deste ano, comparado ao mesmo período de 2007, chegando a 174 milhões em todo o mundo. Os efeitos da crise só devem ser sentidos neste trimestre, disse Erica Saito, gerente de Marketing para América Latina da VeriSign.

Agência Estado |

"É a primeira vez que o crescimento fica abaixo de 20%." A VeriSign é responsável pelo registro dos endereços com final .com e .net.

Do total, 68,9 milhões de domínios tinham código de países. O mais popular entre os códigos de países é o .cn, da China, que ultrapassou o da Alemanha (.de) no trimestre passado. O código da China é o segundo mais popular no mundo, depois do .com. O crescimento anual do domínio .cn foi de 76% em 12 meses. "O .cn está em promoção há mais de um ano", disse Erica. "Custa US$ 0,13 o registro."

No ranking dos códigos de países, o Brasil (.br) subiu do nono para o oitavo lugar. O registro de endereços com final .br recebeu o incentivo de uma mudança na política do Comitê Gestor da Internet no Brasil em maio, que passou a registrar em endereços para pessoas físicas. Antes, a entidade exigia um número de CNPJ para fazer o registro. Existe atualmente cerca de 1,5 milhão de registros .br, segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil.

O país com mais endereços de internet na América Latina é a Argentina (.ar), com cerca de 1,8 milhão registrados. Está em sexto lugar no ranking dos domínios de países. "Na Argentina, o registro é gratuito", explicou Erica. "Somente 20% são de verdade, entre 350 mil e 400 mil." No Brasil, a taxa para registro do domínio .br custa cerca de R$ 30 por ano.

No trimestre passado, foram registrados 11,5 milhões de endereços, o que representou uma queda de 2% tanto em relação ao segundo trimestre quanto ao mesmo período de 2007. O registro de domínios .com e .net, mais usados nos Estados Unidos, somou 6,9 milhões entre julho e setembro, uma queda de 9% em relação ao trimestre anterior e de 8% sobre o mesmo período de 2007. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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