O presidente do banco central da China, Zhou Xiaochuan, disse que a reforma cambial do país será feita de forma gradual e que a velocidade de apreciação do yuan dependerá das condições do balanço de pagamentos chinês

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O presidente do banco central da China, Zhou Xiaochuan, disse que a reforma cambial do país será feita de forma gradual e que a velocidade de apreciação do yuan dependerá das condições do balanço de pagamentos chinês.

Durante um debate organizado pela BBC, que ocorreu paralelamente às reuniões do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial em Washington, Zhou disse que a China precisa de um regime cambial de mercado, mas não forneceu previsões sobre a direção do yuan ou sobre o crescimento econômico do país. Ele também desconversou após o mediador do debate questionar se ele estava irritado com as pressões globais pela apreciação do yuan.

Zhou disse que a política fiscal ativa e a política monetária relativamente frouxa adotadas após a crise financeira mundial, em 2008, criaram riscos de inflação e de uma bolha em ativos. Segundo ele, a China fará uma "revisão cuidadosa" de suas políticas monetária e fiscal nos próximos meses para avaliar o rumo da economia.

Zhou acrescentou que a China ainda tem espaço para estimular a economia por meio de uma política fiscal ativa porque possui um endividamento baixo em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). As informações são da Dow Jones.

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