Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Redução de custos é principal arma da Vale contra queda do dólar

RIO - A redução de custos continua sendo a principal arma da Vale contra a desvalorização do dólar, que representou 28,4% do aumento do custo de produtos vendidos (CPV) da mineradora em 2007. No ano passado, o CPV somou US$ 16,463 bilhões, 22,7% acima do registrado em 2006, o que significa uma variação de US$ 3,049 bilhões.

Valor Online |

Temos que ser competitivos e reduzir custos da melhor forma. Nossa visão é que a única medida de cunho estrutural (contra a depreciação do dólar) é a questão de custos. Podemos fazer uma posição aqui e acolá, como a gente fez no ano passado, mas diria que filosofia geral é manter exposição como está, disse Fábio Barbosa, diretor-executivo de Finanças e Relações com Investidores da Vale.

Barbosa admitiu que a moeda americana, que fechou hoje cotada a R$ 1,691, está abaixo do que a empresa imaginava, mas frisou que a depreciação do dólar é um fenômeno mundial, que reflete o valor de troca dessas moedas.

O diretor afirmou ainda que, embora a estratégia da companhia seja de reduzir custos para minimizar o efeito do câmbio, a Vale realizou no ano passado algumas ações eventuais para reduzir este impacto.

Fizemos alguns movimentos em derivativos, associados à exposição cambial no endividamento na parte de debêntures. Transformamos nossa exposição de real para dólar, porque nossas receitas são em dólares e transformamos isso para dólares. Quando adquirimos a Inco em 2006, fizemos uma estrutura de reduzir a volatilidade do fluxo de caixa para os metais mais voláteis, como o cobre e alumínio, os mais voláteis do nosso portfólio de então, enumerou Barbosa, acrescentando que essas medidas são tomadas de acordo com as oportunidades e não de maneira sistemática.

(Rafael Rosas | Valor Online)

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG