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RIO - O presidente da Vale, Roger Agnelli, afirmou que os cortes na produção de diversos metais pela empresa serão momentâneos e notou que as férias coletivas nas minas da empresa em Minas Gerais serão em média de 15 dias a 20 dias. O executivo frisou que a redução da produção acontecerá em operações de custos mais elevados e que a Vale aproveitará as paradas para fazer a manutenção das unidades.

O executivo frisou que a redução da produção acontecerá em operações de custos mais elevados e que a Vale aproveitará as paradas para fazer a manutenção das unidades.

Agnelli acrescentou que ainda não há previsão de quanto pode ser o impacto nas receitas da empresa. Entre as medidas anunciadas hoje, estão a diminuição de 30 milhões de toneladas de minério de ferro em Minas Gerais, um corte da produção de manganês e ferros ligas, inclusive em unidades na França e Noruega, e a redução das atividades na Valesul Alumínio no Rio de Janeiro.

Além da diminuição na produção de minério de ferro, a decisão da Vale significará menos 600 mil toneladas métricas de minério de manganês e 90 mil toneladas métricas de ferros ligas em relação ao programado para o primeiro semestre de 2009.

"A Vale tinha que estar pronta para o inverno. Em Minas Gerais, reduzimos a produção em minas menores, mais antigas e de custo mais elevado, com minério com grande número de contaminantes", ressaltou Agnelli, que participou hoje do Prêmio Brasileiro Imortal, promovido pela empresa no Rio de Janeiro.

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