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Recessão e setor bancário pressionam Wall Street

Por Ellis Mnyandu NOVA YORK (Reuters) - O mercado de ações dos Estados Unidos operava em forte queda nesta terça-feira, à medida que investidores confrontavam sinais renovados de que a recessão está piorando, e temiam que esforços para estabilizar o abatido sistema financeiro talvez não sejam suficientes.

Reuters |

Às 14h14 (horário de Brasília), o índice Dow Jones, recuava 3,43 por cento, para 7.581 pontos. O índice Standard & Poor's 500 tinha desvalorização de 4,11 por cento, a 792 pontos, enquanto o termômetro de tecnologia Nasdaq operava em queda de 3,74 por cento, para 1.476 pontos.

O declínio fazia com que o índice S&P 500 operasse abaixo do patamar de 800 pontos pela primeira vez desde atingir o nível mais baixo do mercado em 21 de novembro, pressionado por papéis do setor financeiro, companhias do setor de energia e grandes manufatureiros.

Ações do Bank of America perdiam 10 por cento, negociadas a 5 dólares na Bolsa de Valores de Nova York, à medida que ações do JPMorgan recuavam aproximadamente 9 por cento, para 22,45 dólares. Wells Fargo caía mais de 7 por cento, para 14,64 dólares, enquanto o índice do setor bancário KBW perdia 7,9 por cento.

"Ainda há problemas no setor bancário, problemas em relação aos lucros corporativos, e nada do que vimos reverterá isso no curto prazo", disse Dan Greenhous, analista de mercado do Miller Tabak & Co em Nova York.

Antes da abertura do mercado nos Estados Unidos, um relatório mostrou que a produção manufatureira no Estado de Nova York caiu para um patamar recorde de baixa em fevereiro, o que se somava a temores de investidores de que o pacote de estímulo econômico do país não irá prover uma correção rápida dos problemas.

No Japão, dados mostraram na segunda-feira que a segunda maior economia do mundo se aprofundava na crise, diante da pior contração trimestral do país desde a crise do petróleo da década de 1970.

Ações do Wal-Mart eram as únicas que se valorizavam entre as 30 que compõem o índice Dow Jones, após a rede varejista ter registrado um lucro trimestral que superou as expectativas de Wall Street. As ações da rede se valorizavam 1,5 por cento.

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