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A Receita Federal atribuiu o crescimento recorde da arrecadação no primeiro trimestre deste ano à expansão da produção industrial (17,20%), ao aumento do volume geral de vendas (11,90%) e ao aumento da massa salarial (7,18%). De acordo com dados da Receita, também influenciou a redução das desonerações tributárias, que foram concedidas no ano passado para o enfrentamento da crise financeira internacional.

A Receita Federal atribuiu o crescimento recorde da arrecadação no primeiro trimestre deste ano à expansão da produção industrial (17,20%), ao aumento do volume geral de vendas (11,90%) e ao aumento da massa salarial (7,18%). De acordo com dados da Receita, também influenciou a redução das desonerações tributárias, que foram concedidas no ano passado para o enfrentamento da crise financeira internacional. O impacto na desoneração está, segundo a Receita, R$ 456 milhões menor do que no mesmo período de 2009. Enquanto de janeiro a março as desonerações do ano passado somaram R$ 6,150 bilhões, no mesmo período deste ano alcançaram R$ 5,695 bilhões.

O aumento das vendas teve impacto sobretudo na Cofins-PIS, que são tributos considerados termômetro da atividade econômica. No primeiro trimestre deste ano, a Cofins teve um crescimento real de 22,80% e o PIS, 15,01%. A arrecadação do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), por outro lado, apresentou uma queda real de 2,22% nos três primeiros meses deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado.

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