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Receita do varejo em SP acumula alta de 5,9% até maio

A receita do pequeno varejo no Estado de São Paulo registra, até maio, alta de 5,9% no acumulado do ano, em comparação com igual período de 2007. De acordo com a Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), feita pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), em maio de 2008 as vendas do pequeno varejo tiveram alta de 3,2% sobre o mesmo mês do ano passado.

Agência Estado |

De acordo com a Fecomercio-SP, a elevação foi sustentada pelas vendas do Dia das Mães. A oferta de crédito, mesmo sob ameaça de restrições, também influencia diretamente o bom desempenho das vendas, segundo a Federação. Dos sete grupos analisados na pesquisa, apenas dois apresentaram queda no faturamento.

O maior destaque no mês foi do setor de vestuário, tecidos e calçados, com incremento de 27,9% na receita na comparação com mesmo período de 2007 - vigésimo segundo mês de crescimento consecutivo no faturamento real (descontada a inflação). No acumulado de 2008, o grupo registra elevação de 24%. As concessionárias de veículos tiveram o segundo melhor movimento de vendas reais em maio, com crescimento de 12%, ante o mesmo período de 2007. No acumulado do ano, até maio, o incremento é de 12,9%.

No segmento de móveis e decorações a alta foi de 10,5%, na mesma base de comparação (no acumulado do ano o crescimento é de 12%). O setor de eletrodomésticos e eletrônicos acusou alta de 8,3%, enquanto no acumulado foram 16%.

O setor de materiais de construção continuou a registrar elevação em maio, com alta de 3% em relação ao mesmo período de 2007. Entre os fatores que contribuíram para este resultado estão o crédito para habitação, a melhora de renda dos trabalhadores e o aquecimento direto do mercado imobiliário, informou a Fecomercio-SP. No acumulado do ano, o crescimento foi de 14,3%.

No grupo farmácias e perfumarias o faturamento real teve elevação de 2,3%, na mesma base de comparação (alta de 2,8% no acumulado de 2008). O último segmento a registrar elevação foi o de supermercados, com incremento de 1,5%, sendo 3,3% no acumulado do ano.

Queda

As lojas de departamentos, ante maio de 2007, tiveram desempenho negativo (queda de 15,6%) no faturamento - oitava vez consecutiva. Em 2008, o setor já acumula queda de 13,9%. O segmento com pior faturamento foi o de autopeças e acessórios, com queda de 31,1% em maio, sobre maio de 2007. No acumulado do ano a queda já atinge 29,9%. Segundo a Fecomercio-SP, isso é resultado da grande oferta de produtos importados, o que provoca quedas sensíveis nos preços médios, em razão dos custos menores e da valorização do real. O maior volume das vendas de veículos novos também contribui, no curto prazo, para a redução dos gastos com peças e manutenção.

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