A receita operacional bruta das empresas de telecomunicações em 2009 foi de R$ 179,9 bilhões, segundo balanço divulgado há pouco pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). Esse faturamento representou um crescimento de 0,8% em relação ao ano anterior e um valor equivalente a 5,7% do Produto Interno Bruto (PIB).

A receita operacional bruta das empresas de telecomunicações em 2009 foi de R$ 179,9 bilhões, segundo balanço divulgado há pouco pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). Esse faturamento representou um crescimento de 0,8% em relação ao ano anterior e um valor equivalente a 5,7% do Produto Interno Bruto (PIB). Foram levadas em conta para o levantamento empresas de telefonia fixa, celular, TV por assinatura e banda larga. Além da participação no PIB, executivos da Telefônica, Oi, Embratel, GVT, Claro, Vivo e TIM ressaltaram também o peso do setor citando que o valor de mercado das prestadoras de serviços de telecomunicações chegou a R$ 141,6 bilhões no fim de 2009, considerando as ações das empresas negociadas na Bovespa. O balanço chama atenção também para os R$ 177 bilhões em investimentos realizados pelo setor desde 1998, quando os serviços de telecomunicações foram privatizados no Brasil. Esses investimentos, segundo as teles, resultaram em um universo de 234,6 milhões de assinantes dos serviços de telecomunicações, no fim de 2009, contingente 12,7% maior que o registrado em 2008. No fim do ano passado, o Brasil dispunha de 41,7 milhões de clientes de telefonia fixa, 174 milhões de telefones celulares, 7,5 milhões de assinantes de televisão por assinatura e 11,4 milhões de clientes de banda larga fixa e cerca de 11 milhões de clientes de banda larga móvel. Ainda de acordo com o balanço, o mercado de TV paga cresceu 19%, o de telefonia celular 15,5% e de acesso à internet 14%. No fim de 2009, foram computados 393,5 mil empregos diretos no setor, incluindo nestes números os funcionários dos call centers das empresas. Esse montante, segundo a Telebrasil, representa um crescimento de 4,6% em relação ao ano anterior.

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