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Tomei a decisão certa, diz Amorim sobre acordo

O Brasil fica sem um resultado positivo na Rodada Doha, o Mercosul sai arranhado e o País se afasta da imagem de líder das economias em desenvolvimento. Nos últimos dias, o governo brasileiro decidiu se distanciar da posição considerada extremista de Índia, Indonésia, África do Sul, China e Argentina e acatar a idéia de um acordo.

Agência Estado |

"O Mercosul tem problemas profundos anteriores à Rodada. O bloco já mostrou que não tinha maturidade para negociar com a União Européia e os problemas voltaram a aparecer agora", disse Marcos Jank, presidente da Única.

Na semana passada, o chanceler Celso Amorim decidiu apoiar o pacote de liberalização proposto, mesmo que não estivesse de acordo nem com seus parceiros argentinos no Mercosul nem com a Índia, um dos pilares do G-20.

O Brasil aceitava o corte de tarifas industriais, mas a Argentina não. Por estarem num bloco comercial, os dois países teriam de adotar uma posição conjunta. Negociações tentaram solucionar o problema, mas com o fracasso da Rodada, eles não precisaram discutir o assunto em profundidade.

Já a aliança com o G-20 é outra história. "Ficamos decepcionados com a posição adotada pelo Brasil", disse o vice-ministro de Agricultura de Filipinas, Segfredo Serrano. "Pensávamos que, pela proximidade entre Brasil e Estados Unidos, o País pudesse ter insistido mais em defender nossa posição."

"Tomei a decisão certa", disse Amorim. "Foi o que possibilitou superar o impasse, e quase tivemos sucesso. Não foi fácil aceitar o que se propunha em cortes de tarifas para bens industriais. Talvez tenha problema para reequilibrar com meus vizinhos, mas minha avaliação era de que valia a pena." As informações são do O Estado de S. Paulo.

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