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Nunca esteve tão fácil comprar apartamento

Há dois anos, quando começou a procurar apartamento para morar com a noiva, o professor de educação física Ricardo Ribeiro, de 34 anos, estava convicto que teria de se desfazer de seu carro de R$ 20 mil para dar entrada no imóvel. Mas acabou se enganando.

Agência Estado |

Na próxima semana, ele pega as chaves de um apartamento de 50 metros quadrados, de dois dormitórios e parcialmente mobiliado, na Zona Norte de São Paulo. E o velho veículo vai para a garagem do novo prédio.

Em vez de dar o valor do carro, Ribeiro optou por usar o depósito de quatro anos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como parte do pagamento do imóvel.

"Não tinha idéia de que poderia comprar desse jeito. Eles facilitaram muito", conta o professor, que deve se mudar para o novo apartamento em outubro, após o casamento. Ele comprou o imóvel na planta em maio do ano passado.

Além da entrada de R$ 8 mil, obtida com o saque do Fundo, ele pagou à construtora parcelas que começaram em R$ 300,00 e terminaram em R$ 850,00, até a conclusão das obras. Com as chaves na mão, assume agora um financiamento regressivo de 20 anos com a Caixa Econômica Federal (CEF). "Com a ajuda do dinheiro do FGTS, pude juntar dinheiro para comprar piso, móveis e até para a festa de casamento."

Um dos requisitos para o negócio foi a renda familiar mínima de R$ 3.500,00. O valor que ganha mensalmente, junto com o da esposa, que é pedagoga, "passou raspando", segundo o professor. Ribeiro também precisou comprovar que não tinha outros financiamentos nem imóveis. "As construtoras querem mais é vender."

Comprar o imóvel na planta também foi uma novidade para o casal. "Minha noiva ficou um pouco receosa", conta o professor. Mas, segundo ele, a participação da Caixa na aquisição os tranqüilizou. "A construtora tem um cronograma a cumprir e a Caixa acompanha todo esse processo, pois também faz parte do negócio."

Ribeiro acredita que, sem as facilidades do financiamento - como as parcelas regressivas e o uso do FGTS - não teria conseguido comprar o imóvel sonhado. "Nunca esteve tão fácil", afirma o professor.

Com esse pensamento, Ribeiro até incentivou amigos a comprar um imóvel próprio - e novo. Três casais seguiram o conselho dele. "Eles tinham a mesma idéia que eu. Mas foram atrás e viram que é possível."

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