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New York Times pedirá empréstimo de US$ 225 milhões para enfrentar crise

NOVA YORK - A empresa proprietária do jornal The New York Times deve pedir um empréstimo de US$ 225 milhões e usar sua própria sede, localizada em Manhattan, para respaldá-lo, mas ainda não decidiu se o fará através de uma hipoteca ou de sua venda.

Redação com EFE |

O jornal informou que a firma Cushman & Wakefield foi contratada para ser seu agente na operação, com a qual pretende aumentar sua liquidez, afetada pela queda de lucro e pela dificuldade de acesso a créditos.

Ainda não se decidiu se a operação consistirá na solicitação de uma hipoteca sobre o edifício, ou na venda do imóvel sob a condição de que o novo dono o alugue ao grupo midiático, para que este possa continuar utilizando-o.

A New York Times Company detém 58% do prédio de 52 andares desenhado pelo arquiteto Renzo Piano, que terminou de ser construído no ano passado. O resto pertence ao promotor Forest City Ratner.

A área do edifício do grupo midiático não está hipotecada e, segundo o jornal, alguns grandes investidores advertiram reiteradamente de que a companhia tem uma proporção grande demais de seu capital atada ao imóvel.

Tribune 

O grupo de comunicação americano Tribune, proprietário de jornais como o "Los Angeles Times", recorreu nesta segunda à proteção das leis de falência dos Estados Unidos.

A companhia informou, em comunicado, que continuará realizando suas operações midiáticas durante o período de reestruturação da dívida e que seguirá publicando seus jornais e administrando seus canais de televisão e propriedades interativas sem interrupção.

O Tribune insistiu em que tem "dinheiro suficiente" para garantir a continuidade de suas operações. "A queda acelerada da receita e o difícil ambiente econômico se somou à crise de créditos, o que tornou extremamente difícil pagar nossa dívida", disse Sam Zell, o magnata imobiliário proprietário do grupo. "Todas as nossas categorias propagandistas foram afetadas de forma dramática", apontou Zell.

 

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