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Não adianta pular de aplicação em aplicação, advertem especialistas

O pânico instalado no mercado financeiro nos últimos dias acendeu o sinal de alerta para quem tem dinheiro investido em bolsa e fundos de investimentos mais agressivos, como os de ações e os multimercados. Mas especialistas recomendam cautela neste momento turbulento para não perder dinheiro.

Agência Estado |

 

Acordo Ortográfico "Não adianta ficar pulando de aplicação em aplicação para tentar acertar o tempo", alerta o superintendente de investimentos do Banco ABN Amro Real, Eduardo Jurcevic.

Segundo ele, os fundamentos econômicos do País continuam bons. Portanto, ações de empresas como Petrobrás, Vale, Gerdau e outras companhias do Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) podem render bons frutos para o investidor no longo prazo. "Para isso, é preciso ter paciência e não fazer mudanças desesperadas."

Em relação a papéis de empresas de segunda linha, ele recomenda que o investidor peça ao gestor uma análise aprofundada das expectativas de crescimento dos setores envolvidos. Para investimento novo, destaca o executivo, a instituição tem recomendado algumas aplicações conservadoras, como os CDBs, cuja rentabilidade tem sido bastante atraente, e os fundos de capital protegido, que garantem a devolução integral ou parte dos recursos aplicados no caso de queda da bolsa.

Mas, como toda aplicação de menor risco, o ganho normalmente é menor. Jurcevic destaca ainda que, apesar da queda da bolsa, não deixou de recomendar uma parcela do patrimônio em ações.

O sócio da Paraty Investimentos, Marco Franklin, concorda. Para ele, quem investe em blue chips (ações de primeira linha) normalmente não perde dinheiro no período de 12 meses. Além disso, os papéis brasileiros foram bastante depreciados nas últimas semanas. Isso significa que podem estar baratos para o investidor comprar.

De qualquer forma, para quem prefere não se arriscar, os títulos indexados a índices de inflação também podem ser uma boa oportunidade de investimento. Podem ter um rendimento real de 9,7%, explica Franklin. Ele descarta qualquer tipo de aplicação vinculada ao dólar. "Apesar de ter subido 15% neste mês, é possível que le volte a cair em breve", avalia o executivo.

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