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Ike afeta produção de petróleo e gás no Golfo do México

Washington, 11 set (EFE).- As empresas petrolíferas que operam no Golfo do México suspenderam quase 97% de seu bombeamento de petróleo e 93% da produção de gás natural, se antecipando à chegada do furacão Ike, segundo informações do Governo americano.

EFE |

Está previsto que o furacão atinja o continente na sexta-feira à noite ou no sábado de manhã ao sul de Galveston, no estado do Texas.

Atualmente, o furacão tem ventos de 160 km/h, que o colocam na categoria dois na escala de intensidade de Saffir-Simpson, que vai até cinco. Entretanto, é provável que ele se fortaleça nas próximas horas e atinja a costa no nível três, com ventos de 178 km/h.

No entanto, o valor do barril de Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) caiu hoje 1,7% e fechou a US$ 100,87, o preço mais baixo desde março, por causa da fragilidade econômica e da força do dólar.

Os analistas aparentemente minimizaram a importância de "Ike", pois o caminho que ele deve percorrer o fará tocar terra a oeste da principal região de produção de petróleo do Golfo.

No total, foram evacuadas 655 plataformas de extração, 78% das existentes na região, segundo o Serviço de Gestão de Minerais (MMS, na sigla em inglês), uma agência do Governo.

Essas instalações estão preparadas para os choques dos freqüentes ciclones que atingem a região. Antes de abandoná-las, funcionários desligaram as bombas para evitar derramamentos de petróleo, explicou o MMS.

Mais problemática é a situação das refinarias, que correm risco de inundações e perdas de energia.

Isso se refletiu hoje no mercado, pois apesar da queda do petróleo, a gasolina e o gasóleo de calefação ficaram mais caros, diante da possibilidade de que "Ike" tenha um impacto maior no refinado de hidrocarbonetos.

No litoral do Texas, estão localizadas 16 refinarias, que produzem 25% dos combustíveis americanos.

Segundo o MMS, o Golfo do México também bombeia 1,3 milhão de barris diários de petróleo e cerca de 7,4 bilhões de pés cúbicos de gás natural (15% da produção nacional). EFE cma/rb/rr

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