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A maioria oferece segurança abaixo do desejável

Os consumidores que desejam comprar um carro novo já podem consultar um ranking que aponta os veículos com mais itens de segurança à venda no País. A lista criada pelo Cesvi, centro de pesquisas especializado em segurança viária, reúne 499 versões de nacionais e importados e pode ser conferida no www.

Agência Estado |

estadao.com.br/e/cesvi. A classificação é feita por meio de estrelas e vai de uma a cinco. Quanto maior no número de equipamentos de segurança, maior a pontuação. José Aurélio Ramalho, que há nove anos está no comando da entidade, falou ao JC sobre essa ferramenta.

Qual é o objetivo do ranking?
Dar ao consumidor brasileiro acesso a informações sobre segurança veicular e incentivar a escolha consciente do carro novo.

E quais foram as principais conclusões do estudo?
Comprovamos uma triste realidade do mercado brasileiro: a maioria dos carros oferece segurança abaixo do desejável. Entre os hatches compactos, por exemplo, a maior nota foi três estrelas. Picapes e peruas pequenas têm duas .

Qual o retorno para o Cesvi?
A conscientização dos consumidores. A partir do momento que houver demanda por itens de segurança, a produção será massificada e, conseqüentemente, forçará a queda nos preços, tornando-os acessível a todos. Um bom exercício, mas que poucos percebem, é que com o mesmo dinheiro gasto para a compra de um modelo zero-km "de entrada" e pobre em componentes de segurança é possível comprar um veículo usado, com cerca de dois anos, por exemplo, repleto de opcionais. Com isso, o consumidor ganha em segurança e conforto.

Além do menor risco para os ocupantes em caso de acidentes, quais os efeitos diretos de haver carros mais seguros?
Os acidentes, além de custarem muito para o sistema de saúde do país, oneram vidas de forma irreparável. Por outro lado, os preços das apólices de seguro poderão baixar, já que o índice de sinistralidade é proporcionalmente inferior aos recursos de segurança oferecidos pelo veículo.

O sr. acredita que leis de trânsito mais severas podem reduzir o número de acidentes?
As leis têm função coercitiva, sem que necessariamente os motoristas sejam conscientizados. Acredito que o esclarecimento e a mudança de hábito trazem resultados mais eficazes, além de estarem menos sujeitos a interesses políticos e econômicos.

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