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Quito nega suspensão de contrato com a Embraer

O Equador negou ontem que a tensão comercial com o Brasil tenha provocado o cancelamento da compra de 24 aviões militares Supertucano da Embraer, um negócio estimado em US$ 250 milhões. A declaração foi feita pela ministra das Relações Exteriores do Equador, María Isabel Salvador.

Agência Estado |

Segundo ela, o cancelamento da compra "é uma grande falsidade" e a relação com o Brasil continua excelente, apesar do "certo nível de tensão" provocado pela expulsão das empresas Odebrecht e Furnas, além da polêmica em torno da dívida de US$ 242 milhões com o BNDES.

A investida equatoriana contra as empresas brasileiras levou o Itamaraty a cancelar uma visita ministerial ao Equador e a revisar projetos de cooperação entre os dois países nas áreas de infra-estrutura e transportes.

Com a aquisição desse lote de aviões brasileiros - somados a um novo sistema de radar e novas lanchas - o Equador pretende fortalecer a capacidade de ação de suas Forças Armadas no extremo norte do país, onde, em março, um ataque militar colombiano a um acampamento das Farc matou o líder guerrilheiro Raúl Reyes e levou os dois vizinhos a trocar ameaças de guerra.

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