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Quebras de Lehman e Mutual causam inadimplência recorde

Londres, 30 out (EFE).- As quebras do Lehman Brothers e do Washington Mutual elevaram a inadimplência no terceiro trimestre do ano a US$ 186,2 bilhões (142,254 bilhões de euros), a maior quantia na memória recente, segundo um relatório de Standard & Poors (S&P) publicado hoje.

EFE |

O volume de dívida sob classificação da S&P em moratória no terceiro trimestre de 2008, torna o total de 2007 -US$ 8,15 bilhões (6,227 bilhões de euros)- insignificante.

Em seu comunicado, a S&P indica que a grande maioria das faltas de pagamentos do terceiro trimestre veio das quebras das duas instituições americanas citadas e de suas subsidiárias.

Entre julho e setembro, 28 companhias sob classificação da agência entraram em moratória, maior número desde o terceiro trimestre de 2003 e cinco empresas a mais do que em todo o ano de 2007.

Do total, 24 tinham sua sede nos Estados Unidos, duas na Europa, uma no Canadá e outra em Hong Kong.

Quanto às atividades das companhias, o maior número correspondeu às instituições financeiras (7) seguidas das empresas de produtos de consumo (4).

Em nível global, a taxa de inadimplência das companhias qualificadas com o grau de "especulação" por seu elevado nível de risco, alcançou no terceiro trimestre 0,75%, contra 0,20% no mesmo período do ano passado.

"Após cair a nível recorde em 2007, a inadimplência aumentou fortemente", explica no comunicado a responsável por pesquisas da área de renda fixa global de S&P, Diane Vazza.

A analista afirma que, mantida esta tendência até o final do ano, 2008 fechará com um total de 88 companhias em moratória, número mais alto desde 2003. EFE pdj/jp

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