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Putin espera cooperação construtiva da equipe de Obama

O primeiro-ministro russo Vladimir Putin, que participa em Davos, na Suíça, do Fórum Econômico Mundial, expressou nesta quarta-feira seu desejo de que a nova administração americana do presidente Barack Obama coopere de forma construtiva com seu país.

AFP |

"Esperamos de todos os nossos parceiros na Europa, na Ásia e nos Estados Unidos - e, principalmente, da nova administração americana - esforços para fazer avançar a cooperação" no combate à crise econômica e as tensões no mundo, declarou.

"Desejamos sucesso à nova equipe" formada por Obama, acrescentou. "Espero que eles cooperem de forma construtiva", afirmou Putin.

O primeiro-ministro indicou ainda que Moscou está disposto a estabelecer "um trabalho intensivo, para discutir os novos progressos sobre o tema do desarmamento".

"Estou convencido de que uma contenção razoável do gasto militar, somado a esforços para fazer progredir a estabilidade e a segurança no mundo, terá efeitos econômicos positivos", acrescentou.

Nesta quarta-feira, o Estado Maior do conjunto das Forças Armadas russas anunciou nesta quarta-feira a suspensão do projeto de posicionamento de mísseis Iskander na região de Kaliningrado (oeste da Rússia), decisão muito aplaudida em Washington.

Moscou justificou sua decisão afirmando que a nova administração americana não está acelerando seu programa do escudo antimíssil na Polônia e na República Tcheca, visto pelos russos como uma ameaça.

Pouco antes de sua posse, no dia 13 de janeiro, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, havia se comprometido no Congresso a renegociar com a Rússia, o mais rápido possível, o Tratado de Redução de Armas Estratégicas (START-1), que expira no fim do ano.

Clinton lembrou também que Obama estava disposto a reduzir drasticamente o arsenal nuclear americano.

Em seu discurso em Davos, Putin não fez nenhuma referência direta ao tratado - assinado no dia 31 de julho de 1991 com o objetivo de reduzir de 10.000 para 8.550 o número de ogivas nucleares americanas e de 10.000 para 6.450 o número de ogivas russas.

Putin, no entanto, falou sobre a responsabilidade americana na atual crise econômica.

Há um ano, em Davos, "os americanos destacavam a estabilidade fundamental de sua economia", mas, "hoje, os bancos de investimento, o orgulho de Wall Street, praticamente desapareceram", comentou.

cr/yw/ap/sd

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