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Putin culpa divisões em cúpula ucraniana por corte de gás

Berlim, 17 jan (EFE).- O primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, frisou hoje que avançam as negociações para a retomada do envio do gás russo à Europa, mas afirmou que divisões na cúpula ucraniana dificultam um acordo.

EFE |

"Vai ser difícil resolver um problema com um Governo ucraniano dividido", disse Putin em alusão às divergências entre sua colega ucraniana, Yulia Timoshenko, e o presidente da Ucrânia, Viktor Yushchenko.

Putin, que fez essas declarações em um encontro com jornalistas alemães em Dresden, cidade do leste da Alemanha para a qual viajou ontem após se encontrar com a chanceler Angela Merkel em Berlim, vai se reunir com Timoshenko neste sábado em Moscou para tentar por fim à crise do gás.

Na Alemanha, o primeiro-ministro russo disse ainda que o problema do transporte do gás pela Ucrânia "se arrasta há 15 anos" e que a Rússia não pode continuar "permitindo" esse lastro, que, acrescentou, precisa de uma solução urgente.

Para acabar com a crise, Putin espera conseguir a criação de um consórcio internacional que assuma as despesas do chamado "gás técnico", do qual a Ucrânia precisa para reativar as estações de bombeamento e manter a pressão nos dutos.

O primeiro-ministro russo considera a Ucrânia a única responsável pela suspensão do fornecimento do gás russo à Europa, culpa o país vizinho por provocar "enormes prejuízos" à Gazprom e também o acusa de "roubar" o insumo destinado aos Bálcãs e à Europa Ocidental. EFE gc/sc

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