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Putin aprova corte de fornecimento à Europa pela Ucrânia

Moscou, 7 jan (EFE).- O primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, aprovou hoje o corte do fornecimento de gás à Europa por território ucraniano, após o presidente do consórcio Gazprom assegurar que a Ucrânia paralisou o trânsito e está desviando o combustível.

EFE |

"Esta noite e durante a manhã, a Ucrânia fechou todos os corredores de transporte de gás à Europa", disse o presidente da Gazprom, Alexei Miller, ao se reunir com Putin em São Petersburgo.

Miller propôs "suspender o fornecimento de gás à fronteira ucraniana, dado que a Ucrânia rouba o combustível russo", que não chega aos clientes europeus.

A empresa estatal ucraniana Naftogaz denunciou que a parte russa suspendeu hoje totalmente o envio de gás para a Europa às 7h44 (3h44 de Brasília), Miller afirmou que "a Gazprom continua as provisões ao sistema de gasodutos ucraniano".

"Agora são 15h45 (10h45 de Brasília). Quer dizer que a Gazprom ainda continua as provisões?", perguntou Putin às câmeras de televisão e, após ouvir a confirmação de Miller, o premiê deu seu sinal verde para interromper o envio.

"Estou de acordo com sua proposta", disse Putin sobre o fechamento definitivo do envio ao país vizinho, e acrescentou que "é preciso fazer isso publicamente, na presença de observadores europeus", segundo a agência "RIA Novosti".

Miller disse que a suspensão pela Ucrânia do trânsito de gás russo à Europa podia ser confirmada por observadores da Gazprom e pelo estudo de uma companhia independente.

O conflito pelo gás entre Moscou e Kiev, que trocam acusações, levou ontem e hoje ao corte total do fornecimento de gás russo aos países europeus através da Ucrânia, por onde passa 80% do combustível que a Gazprom vende à Europa. EFE si/an

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