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Próxima cúpula do G8, na Itália, voltará a incluir países emergentes

Toyako (Japão), 9 jul (EFE).- A próxima cúpula do Grupo dos Oito (G8, sete países mais desenvolvidos do mundo e a Rússia), que será realizada em 2009, em Sardenha (Itália), repetirá um formato similar ao da ocorrida no Japão, e dedicará um dia inteiro aos países emergentes, em meio ao debate sobre a possível expansão do grupo O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, que será o anfitrião da reunião, explicou hoje em entrevista coletiva, ao término da cúpula do G8, em Hokkaido (Japão), que a próxima reunião durará três dias.

EFE |

O primeiro dia será dedicado ao "G8 tradicional"; o segundo a um encontro do Grupo dos Oito com as cinco principais nações emergentes (Brasil, México, China, Índia e África do Sul) e no terceiro se debaterá com presidentes africanos e com a chamada MEM (Reunião das Maiores Economias, na sigla em inglês), na qual participam ainda Indonésia, Coréia do Sul e Austrália.

Isso ocorre em meio ao debate sobre a possível expansão do Grupo dos Oito para incluir nações emergentes como Brasil, China, Índia, México e África do Sul.

Em outra entrevista coletiva, o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, se mostrou favorável à possibilidade de o G8 se expandir em um futuro próximo, como reivindica o presidente francês, Nicolas Sarkozy.

"Acho que faz sentido expandir o G8", apontou o diretor do FMI.

"Não sei quando, mas em um futuro próximo o G8 se expandirá", apontou Strauss-Kahn.

França e Reino Unido são favoráveis à inclusão no G8 das nações emergentes, devido a seu crescente peso no mundo, mas Japão, Rússia e Estados Unidos se opõem a esta possibilidade. EFE psh/gs

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