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Promotoria pede 13 anos de prisão para fundador da Parmalat

A Promotoria de Milão (norte da Itália) pediu nesta segunda-feira treze anos de prisão para o fundador da gigante italiana agroalimentar Parmalat, Calisto Tanzi, por sua responsabilidade na falência da empresa em dezembro de 2003, indicaram fontes judiciais.

AFP |

O promotor Eugenio Fusco solicitou que não fossem concedidas as circunstâncias atenuantes a Tanzi, fundador da Parmalat na década de 60, que foi acusado pela justiça milanesa de fraude, divulgação de falsos balanços e corrupção.

A Promotoria pediu também penas que vão de três anos e meio a seis de prisão para outras oito pessoas envolvidas no escândalo.

O caso Parmalat, considerado um dos maiores escândalos financeiros da Europa, estourou em dezembro de 2003 após a descoberta de um rombo contável de mais de 14 bilhões de euros (cerca de 21 bilhões de dólares no câmbio atual).

A Parmalat, que foi declarada insolvente poucos dias depois, empregava então 36.000 pessoas em 30 países do mundo e tinha fábricas e investimentos em quase toda a América Latina, em particular no Brasil.

bur-kv/dm

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