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Produção industrial dos EUA tem maior queda em 34 anos

WASHINGTON - A produção industrial dos Estados Unidos caiu 2,8% em setembro, a maior queda desde dezembro de 1974, segundo dados divulgados nesta quinta-feira, que reforçam os temores de recessão.

Redação com agências |

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Economistas esperavam declínio de 0,8%, depois da queda revisada de 1,0% em agosto -inicialmente informada como recuo de 1,1%.

Em relatório, o Federal Reserve argumentou que a queda foi exacerbada pelos furacões Gustav e Ike e por uma greve na Boeing. No terceiro trimestre, a produção diminuiu 6,0%, de acordo com taxa anual.

Preços ao Produtor

O Índice de Preços ao Consumidor dos Estados Unidos (CPI, na sigla em inglês) ficou estável (0%) em setembro, depois de ter recuado 0,1% em agosto, a primeira queda em quase dois anos. Já o núcleo do CPI, que exclui as variações de preços de alimentos e energia, avançou 0,1% no mês passado.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pelo Departamento do Trabalho dos EUA. A previsão média de analistas era de alta de 0,1% para o CPI e de 0,2% para o núcleo do índice. Na comparação com setembro do ano passado, o CPI subiu 4,9% e o núcleo avançou 2,5%.

Renda

O Departamento americano informou ainda que a renda semanal média dos assalariados americanos, ajustada para inflação, ficou inalterada em setembro.

Seguro-desemprego

Os novos pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos cederam em 16 mil na semana terminada em 11 de outubro, para 461 mil, perante os 477 mil solicitações de uma semana antes (número revisto). O Departamento do Trabalho americano estima que os efeitos do furacão Ike no Texas tenha adicionado 12 mil requisições ao total.

Na média das quatro últimas semanas, houve elevação de 750 na semana do dia 11 deste mês, para 438,250 mil, em relação à média anterior, de 482,5 mil.

(Com Agência Estado, Valor Online e Reuters)

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