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Produção de alumínio primário no Brasil recua 2,9% no 1º trimestre

SÃO PAULO - A produção brasileira de alumínio primário correspondeu a 377,5 mil toneladas no primeiro trimestre, uma queda de 2,9% em relação ao mesmo período de 2009. Só em março, foram produzidas 131,7 mil toneladas, o que representa uma baixa de 0,9% na comparação anual, de acordo com números da Associação Brasileira do Alumínio (Abal).

Valor Online |

SÃO PAULO - A produção brasileira de alumínio primário correspondeu a 377,5 mil toneladas no primeiro trimestre, uma queda de 2,9% em relação ao mesmo período de 2009. Só em março, foram produzidas 131,7 mil toneladas, o que representa uma baixa de 0,9% na comparação anual, de acordo com números da Associação Brasileira do Alumínio (Abal). O resultado negativo do trimestre foi puxado pela Albras, subsidiária da Vale no Pará que produziu 108,3 mil toneladas, marcando queda de 4,1%. Além disso, ajuda a explicar o desempenho a desativação das atividades de fundição de alumínio da Valesul desde abril de 2009. Cabe lembrar que, em janeiro deste ano, a Vale fechou acordo com a Alumínio Nordeste envolvendo a venda dos ativos de alumínio da Valesul por US$ 31,2 milhões. Por sua vez, a produção da BHP Billiton no Maranhão encolheu 0,2% no trimestre, para 43 mil toneladas, enquanto a Novelis mostrou retração de 9,6% nas operações de Minas Gerais e Bahia, para 23,5 mil toneladas. Na direção oposta, a filial brasileira da Alcoa - com unidades em Minas Gerais e Maranhão - marcou elevação de 4,8% na produção do trimestre, chegando a 85,6 mil toneladas. Também em alta, a produção da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), do grupo Votorantim, somou 117,1 mil toneladas de janeiro a março, 1,2% acima do volume de igual período de 2009 (115,7 mil toneladas). (Eduardo Laguna | Valor)
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