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Produção de álcool tem aumento de 21,4%

A produção total de álcool no Centro-Sul do Brasil na safra 2008/2009, até 31 de dezembro, foi de 24,61 bilhões de litros, um aumento de 21,4% sobre os 20,28 bilhões de litros produzidos até 31 de dezembro de 2007, na safra 2007/2008, segundo levantamento divulgado pela União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica). A produção de álcool hidratado somou 16,08 bilhões de litros, um aumento de 24,58% sobre os 12,9 bilhões de litros do período anterior.

Agência Estado |

Já a produção de álcool anidro chegou a 8,52 bilhões de litros, 15,76% superior aos 7,36 bilhões de litros produzidos até o fim de dezembro na safra anterior.

A produção de açúcar acumulada até 31 de dezembro chegou a 26,6 milhões de toneladas, um aumento de apenas 1,83% sobre as 26,12 milhões de toneladas da safra anterior. Segundo a Unica, praticamente todo o aumento na moagem - de 67 milhões de toneladas da safra 2008/2009 sobre a anterior - foi direcionado para a produção de etanol.

O mix de destino da cana processada na atual safra aponta 39,78% para a produção de açúcar e 60,22% para a produção de álcool. Em igual período da safra passada essa proporção era de 44,03% para o açúcar e 55,97% para o etanol.

As unidades que produzem somente etanol, denominadas destilarias autônomas, moeram 13,5% da cana total, ou 67 milhões de toneladas, e produziram 5,5 bilhões de litros, ou 22% da produção do Centro-Sul. Isoladamente, as unidades que somente produzem etanol tiveram um acréscimo na moagem de 30% em relação à safra anterior.

Segundo a Unica, as exportações de álcool entre abril e dezembro de 2008 atingiram 3,93 bilhões de litros, um aumento de 74%. Já a oferta para o mercado interno foi de 15,5 bilhões de litros, alta de 25% ante 2007. Desse total, 11 bilhões de litros são de etanol hidratado, uma alta de 34%. A Unica prevê ainda que as exportações de etanol na região Centro-Sul, até março de 2009, atinjam 4,2 bilhões de litros. Do volume total exportado até agora, 57% foi destinado ao mercado americano e 26% ao mercado europeu. As vendas totais para o mercado interno deverão ficar em torno de 20,6 bilhões de litros de etanol.

A Unica diz ainda que, apesar das condições climáticas favoráveis, a crise de preços nas duas últimas safras, associada à falta de liquidez, fez com que parte da área colhida não recebesse os tratos culturais adequados. Com isso, não haverá uma reforma dos canaviais nos níveis habituais. Esses dois fatores, segundo a entidade, devem indicar uma redução na produtividade agrícola da cana na próxima safra.

Ainda de acordo com a entidade, o avanço da colheita de cana sem o uso da queima da palha prossegue em todos os Estados da região Centro-Sul, chegando nesta safra a 41% do total e a aproximadamente 50% no Estado de São Paulo.

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