Enquanto muitos brasileiros cruzam os dedos para não sentir os efeitos negativos da crise na carteira de trabalho, Emerson Vignola Garcia comemora. No início do mês trocou o emprego numa empresa de jogos on line por um cargo de gerente na Alog, especializada em suporte tecnológico.

"Mandei meu currículo para o RH, fiz entrevistas e fui contratado. Apesar das notícias ruins na economia, tinha a convicção de que conseguiria a vaga", comemora.

Apesar da facilidade em trocar de emprego, Garcia sabe que o momento econômico exige mais dedicação. "Não podemos perder cliente e temos de fazer o possível para aumentar o que temos hoje", diz. Sidney Breyer, presidente da Alog, tem uma carteira de 970 clientes e está com dificuldade de encontrar profissionais para preencher 40 vagas com o perfil do recém-contratado. "Agora as empresas precisam reduzir custos e optam por terceirizar a área de tecnologia. Aí surgem as oportunidades", comenta. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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