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Procurador acusa Merrill Lynch de dar bonificações indevidas

Nova York, 11 fev (EFE).- O procurador-geral de Nova York, Andrew Cuomo, acusou executivos do Merrill Lynch de irresponsabilidade corporativa por cobrarem, em segredo, bonificações de US$ 3,6 bilhões, enquanto o banco se beneficiava de ajuda estatal.

EFE |

Cuomo fez essa acusação em carta ao Comitê de Serviços Financeiros da Câmara de Representantes (Deputados) dos Estados Unidos, Barney Frank, que fazer uma audiência hoje sobre a maneira com que os bancos gastaram o dinheiro público destinado a "resgate econômico" do Governo americano.

"Aparentemente, em vez de divulgar seus planos de gratificações de forma transparente, tal como lhes foi pedido, (os bancos) atuaram de forma secreta mudando as datas para (receber) essas gratificações e recompensaram executivos que haviam fracassado".

Cuomo ressalta também que esse banco de investimentos "nunca tinha entregado em uma data tão antecipada essas gratificações. O momento escolhido pelo Merrill (Lynch) (...) foi antes de anunciar seu horrível quarto trimestre e de completar sua absorção pelo Bank of America". EFE emm/jp

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