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Príncipe de Mônaco aprova extradição de Salvatore Cacciola

BRASÍLIA - O ex-banqueiro Salvatore Cacciola, detido desde setembro de 2007 em Mônaco, será extraditado para o Brasil. O ministro da Justiça, Tarso Genro, recebeu hoje a confirmação de que o chefe do Poder Executivo em Mônaco, príncipe Albert II, concordou com o pedido de extradição.

Valor Online |

Em nota, o Ministério da Justiça reforça que a decisão de Albert II representa a palavra final do governo daquele país sobre o assunto. Segundo a nota, o diretor-geral de Justiça de Mônaco, Philippe Narmino, aguarda informações do governo brasileiro sobre como se dará a extradição.

Na última semana, a Corte de Apelação de Mônaco havia rejeitado o recurso apresentado pelo ex-banqueiro, o que tornou possível a extradição. Segundo o Ministério da Justiça, Cacciola não pode mais recorrer a nenhuma esfera judicial em Mônaco para permanecer no país.

Salvatore Cacciola foi condenado no Brasil em 2005 pelos crimes de peculato e gestão fraudulenta do Banco Marka. A pena foi fixada em 13 anos de prisão em regime fechado. Ele fugiu do Brasil para a Itália e, por ter cidadania italiana, não poderia ser extraditado. Em 2007, ele foi preso pela Interpol em Mônaco, o que possibilitou ao governo pedir a extradição.

(Agência Brasil)

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