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Principal envolvido no caso Petrogate jura inocência e critica García

Lima, 17 out (EFE).- O ex-ministro Rómulo León Alegría, o principal envolvido no escândalo conhecido como Petrogate, afirmou hoje que não cometeu qualquer crime e que o presidente peruano, Alan García, o estigmatizou.

EFE |

León apareceu em um vídeo enviado da clandestinidade às emissoras de TV locais, duas semanas depois do escândalo gerado pela suposta entrega irregular de concessões para a prospecção petrolífera no país.

O ex-ministro afirmou que "não pactuou com ninguém qualquer atitude criminosa", e disse que "este assunto só é um escândalo por causa da difusão de alguns áudios de conversas particulares".

Acrescentou que foi vítima de uma violação de sua intimidade e de seus direitos constitucionais, e manifestou que as conversas estão cheias de "disparates e absurdos".

"Alguns jornalistas fizeram disto um escândalo (...), será que isso vai acabar depois que as investigações preliminares mostrarem que não há qualquer crime?", questionou.

León também lamentou que alguns políticos "tenham crescido" com o caso, e acusou "os mais altos representantes do Governo" de o atacarem.

"O próprio presidente me estigmatizou e isso é injusto", disse León, que depois disse que se sente vítima de "um linchamento público".

O ex-ministro assinalou que atualmente está em "compasso de espera", em alusão a sua decisão de se manter na clandestinidade.

Além disso, assegurou que a empresa norueguesa Discover Petroleum, supostamente envolvida na entrega de cinco lotes para a prospecção petrolífera, "não precisava de qualquer ajuda para ganhar uma licitação".

No fim da mensagem, acrescentou que as estatais Petroperú e Perupetro "são boas empresas e suas autoridades absolutamente idôneas".

No dia 5 de outubro foram divulgadas gravações de origem desconhecida nas quais León e o diretor da Perúpetro Alberto Quimper falavam do dinheiro que tinham recebido para facilitar a concessão irregular dos lotes petroleiros à Discover Petroleum.

Quimper, advogado e ex-militante do governista Partido Aprista Peruano, foi detido quase imediatamente, acusado de corrupção, e León se mantém em paradeiro desconhecido e é procurado pela Polícia em todo o país. EFE dub/mh

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