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Principais disposições do plano de reativação econômica nos EUA

O presidente Barack Obama promulgou nesta terça-feira a legislação que prevê estímulos econômicos no valor de 787 bilhões de dólares, com os quais tentará tirar o país da recessão.

AFP |

As principais disposições do gigantesco plano são as seguintes:

- Criar ou salvar de três a quatro milhões de empregos.

- Aliviar o bolso dos americanos: quase um terço do valor total corresponde a isenções fiscais, enquanto o resto será destinado a programas de assistência e gastos públicos para desestagnar a economia.

- Reforçar o orçamento familiar: cerca de 95% das famílias americanas devem se beneficiar da medida mais alardeada durante a campanha eleitoral de Obama - o corte de impostos. Em 2009 e 2010, contribuintes individuais receberão anualmente um reembolso de 400 dólares, enquanto famílias terão direito a 800 dólares.

- Ajudar as empresas: mais de 20 bilhões de dólares do pacote de isenções fiscais serão destinados às companhias americanas.

- Investir na sustentabilidade do setor energético: outra medida emblemática do plano de Obama inclui a renovação e a modificação de um crédito para a produção de energias renováveis, que custará 13,1 bilhões de dólares. No total, os gastos com o incentivo às energias renováveis chegam a 19,9 bilhões de dólares.

- Modernizar a rede elétrica: 11 bilhões de dólares serão usados para renovar a rede elétrica americana.

- Socorrer famílias afetadas diretamente pela crise: o plano prevê a utilização de 43,7 bilhões de dólares para ajudar famílias e pessoas afetadas pela crise, dos quais 26,9 bilhões irão para um plano de emergência, que indenizará os desempregados.

- Investir em infraestrutura: o governo Obama planeja gastar 27,5 bilhões de dólares com a construção e a renovação de estradas em todo o país, além de 8,4 bilhões para melhorar o sistema de transporte público.

- Ajudar as vítimas da crise imobiliária: cerca de 10 bilhões de dólares serão destinados ao financiamento de imóveis para famílias que perderam suas casas.

- Investir na Ciência: várias agências e institutos de pesquisa receberão 6 bilhões de dólares; 1 bilhão vai para a Nasa.

- Investir em saúde: 19 bilhões de dólares serão usados para financiar empregos ligados às novas tecnologias dentro da área de saúde.

- Investir em educação: o plano prevê a criação de "um fundo de estabilização orçamentária" para que os estados socorram suas instituições de ensino, que serão modernizados.

emp/ap/sd

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