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Previsão para IPCA em 2008 é reduzida novamente, a 6,13%, mostra Focus

SÃO PAULO - Os analistas consultados pelo Banco Central (BC) reviram para baixo pela terceira semana seguida a estimativa referente ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2008 - a previsão agora é de alta de 6,13% em vez de 6,20%. Vale notar que o teto da meta oficial de inflação para este ano é de 6,5%.

Redação com agências |

No Boletim Focus realizado pela autoridade monetária e divulgado nesta segunda-feira, os agentes conservaram a expectativa para o IPCA em 2009 em 5,20%.

Ainda sobre este calendário, recuou de 10,74% para 10,02% a projeção para o IGP-DI e diminuiu de 10,51% para 10,06% o prognóstico relativo ao IGP-M. No IPC da Fipe, a perspectiva é de acréscimo de 6,46%, inferior aos 6,50% aguardados antes.

No último mês de 2008, o IPCA deve subir 0,50% e o IGP-DI, 0,40%. No documento passado, os analistas esperavam alta de 0,55% para cada um daqueles indicadores. O IGP-M deve avançar 0,10% em lugar de 0,50% e o IPC da Fipe deve ter elevação de 0,44%, menos do que o 0,50% projetado anteriormente.

O relatório traz ainda as previsões para janeiro de 2009. Tanto o IPCA como o IPC da Fipe devem aumentar 0,55%. Para o IGP-DI, a expectativa é de expansão de 0,50%. Quanto ao IGP-M, o mercado prevê acréscimo de 0,43%.

Selic

Ainda segundo a pesquisa, o mercado brasileiro acredita que a taxa básica de juro do país estará em 13% ao final de 2009. Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, resolveu manter o juro básico em 13,75%, em reunião onde um corte da taxa chegou a ser discutido.

A nova projeção do juro para dezembro de 2009 consta de levantamento feito pelo próprio BC com analistas e empresas do país. A estimativa é inferior à projeção passada, que indicava juro de 13,25% ao final do próximo ano.

PIB

Os analistas consultados pelo BC reiteraram a previsão de expansão de 2,5% para a economia brasileira no próximo ano e ampliaram a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2008, de 5,24% para 5,59%. Para a balança comercial, a projeção é de saldo comercial positivo de US$ 14 bilhões em 2009, sem mudança. Quanto a este exercício, a expectativa é de superávit de US$ 24 bilhões em lugar de US$ 23,80 bilhões.

Com relação à conta corrente, foi conservado o prognóstico de US$ 30 bilhões de déficit em 2009 pela segunda semana seguida. Neste ano, o resultado negativo projetado é de US$ 29,10 bilhões contra US$ 30 bilhões aguardados antes.

Em investimento estrangeiro direto, deve haver ingresso de US$ 22 bilhões no próximo calendário, menos do que os US$ 24 bilhões estimados no documento passado. Para 2009, a entrada esperada é de US$ 35 bilhões, inalterada.

Na produção industrial, a previsão é de avanço de 5,37% em 2008 e de 3% nos 12 meses seguintes.

(Com informações do Valor Online e Reuters)

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