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RIO - A crise financeira internacional afetou o patrimônio da Previ, mas não de maneira a comprometer a liquidez ou o pagamento de benefícios. Segundo o presidente do fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, Sérgio Rosa, a carteira de renda variável do fundo perdeu R$ 10 bilhões com a turbulência, caindo de mais de R$ 90 bilhões para cerca de R$ 80 bilhões.

Acordo Ortográfico Rosa, que participou hoje do lançamento do relatório de sustentabilidade da Vale, acredita que as ações das empresas brasileiras na carteira da Previ vão recuperar parte das perdas das últimas semanas.

"Estamos tranqüilos no horizonte de médio e longo prazo nas carteiras de investimento", afirmou Rosa, citando os papéis de Petrobras, Vale, CPFL, Perdigão e Embraer como passíveis de recuperação no médio prazo. "O valor das empresas na bolsa não reflete o valor real e acho que vai haver uma recuperação", acrescentou.

Rosa ressaltou que o Brasil deverá sentir alguns efeitos da crise, mas destacou que o país está mais resistente. "O novo cenário ainda é relativamente tranqüilo em relação aos Estados Unidos e à Europa", disse.

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