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Presos acusados de fraudar INSS por 20 anos no Rio

A Polícia Federal desarticulou ontem, com a Operação Fantoche, parte de uma quadrilha que havia 20 anos vinha fraudando aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com prejuízos em torno de R$ 7 milhões aos cofres da Previdência. Dos nove mandados de prisão expedidos pela 8ª Vara Criminal Federal, dois deixaram de ser cumpridos.

Agência Estado |

Foram realizadas 19 operações de busca e apreensão.

Entre os presos está o chefe do bando, que tem 72 anos. Segundo a PF, com as fraudes ele juntou um patrimônio de R$ 2 milhões, que inclui uma casa, uma pousada em Cabo Frio e pelo menos dois apartamentos em Copacabana. A quadrilha contava com a participação de pelo menos um servidor do INSS, lotado na agência de Cabo Frio. A polícia tem informação de cerca de 50 benefícios fraudados, mas até ontem só tinha identificado 33.

Embora só tenham sido expedidos nove mandados de prisão, a Polícia Federal sabe que o grupo é maior. Com as apreensões de ontem, os agentes da Delegacia de Prevenção e Repressão a Crimes Previdenciários querem chegar aos responsáveis pelas falsificações de documentos de identidade, com os quais retiravam CPF de pessoas inexistentes. O procurador da República Rodrigo Ramos Poerson denunciou os nove réus pelos crimes de estelionato qualificado, inserção de dados falsos em sistemas informatizados e formação de quadrilha. Outros envolvidos terão sua situação analisada a partir dos documentos apreendidos ontem. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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