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Preso na Bolívia ex-presidente da estatal YPFB

LA PAZ (Reuters) - Um promotor boliviano determinou na terça-feira a prisão preventiva de Santos Ramírez, ex-presidente da estatal de petróleo e gás YPFB, acusado de participar de um escândalo de corrupção que envolve tanto o governo quanto a oposição. Ramírez, ex-presidente do Senado, já teve muito poder no governo de Evo Morales, mas foi demitido da YPFB em 31 de janeiro, dias depois do início do escândalo, que mistura conotações política e sentimentais. O caso começou com o assassinato de um empresário que supostamente pagava subornos ao então presidente da estatal.

Reuters |

A prisão foi anunciada na noite de terça-feira pelo promotor anticorrupção Edgar Mollinedo, horas depois de Morales renovar sua promessa de "não (conceder) perdão aos corruptos, sejam quem forem".

Mollinedo disse a TVs que há "indícios de culpabilidade" contra Ramírez.

Pouco depois, um advogado do ex-executivo, Victor Borda, disse ter sido surpreendido pela decisão do promotor, e anunciou que solicitará à Justiça na quarta-feira que anule a prisão.

Ramírez é acusado de ter assinado um contrato irregular para a construção de uma usina separadora de gases e líquidos, no valor de quase 90 milhões de dólares e vinculada ao sistema de exportação de gás natural para o Brasil.

(Carlos Alberto Quiroga)

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