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Presidentes de EUA e China discutem situação nuclear norte-coreana

Washington, 22 set (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, George W.

EFE |

Bush, expressou hoje sua preocupação ao presidente da China, Hu Jintao, com o anúncio da Coréia do Norte de voltar a utilizar a usina nuclear de Yongbyon, que seria fechada, informou a Casa Branca.

Em uma conversa por telefone, "os dois presidentes concordaram que terão que trabalhar duro para convencer a Coréia do Norte que continue com o plano estabelecido pelo Grupo dos Seis (formado pelos cinco membros do Conselho de Segurança da ONU mais a Alemanha) para sua desnuclearização", disse Gordon Johndroe, porta-voz da Casa Branca.

A Coréia do Norte anunciou na sexta-feira que começou os trabalhos para reativar sua principal instalação nuclear, o reator de Yongbyon.

O anúncio aconteceu em pleno processo de desnuclearização acertado no final de agosto pelas duas Coréias, Japão, EUA, China e Rússia.

O Governo norte-coreano também pediu hoje que os inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) retirem os lacres e equipamentos de vigilância da instalação de Yongbyon, que seria desmantelada, para retomar o reprocessamento de urânio a fim de extrair plutônio, material utilizado na fabricação de bombas atômicas.

A Coréia do Norte anunciou a interrupção de seu processo de desnuclearização em 26 de agosto, após os EUA não retirarem o país de sua lista de Estados que patrocinam o terrorismo.

Washington exigia que Pyongyang aceitasse a verificação do processo de desnuclearização antes de retirar a Coréia do Norte da lista de países terroristas.

O regime comunista considera que já deu passos significativos, como a entrega de uma lista com todos os seus equipamentos nucleares, que os EUA afirmam estar incompleta, e a demolição exibida pela televisão da torre de refrigeração de Yongbyon.

Pyongyang também argumenta que o acordo assinado em 3 de outubro de 2007 com o Grupo dos Seis não menciona que a verificação seja um passo imprescindível.

A reconstrução de Yongbyon representaria um grande contratempo para o processo de desnuclearização pactuado pelas duas Coréias e por Japão, EUA, China e Rússia. EFE elv/wr/rr

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