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Presidentes de BCs da AL descartam ação conjunta

Os presidentes dos bancos centrais dos principais países da América Latina descartaram a adoção de medidas conjuntas para enfrentar a crise financeira internacional, a exemplo do que ocorreu na Europa. Nossa conclusão é que na região, pelas características próprias do funcionamento do sistema financeiro e do grau de interação que temos com as economias maiores, o atual tipo de abordagem é o mais eficaz e o mais eficiente para a região, defendeu o presidente do Banco Central do Brasil, Henrique Meirelles.

Agência Estado |

Além de Meirelles, participaram do encontro os presidentes dos bancos centrais da Argentina, do Chile, do México, da Colômbia e do Peru. O encontro ocorreu hoje em Santiago de Chile.

Meirelles explicou, em entrevista coletiva à imprensa, que a ação conjunta dos bancos centrais das maiores economias do mundo, realizada há algumas semanas, teve a finalidade específica de garantir liquidez em dólares e estava relacionada ao mercado financeiro internacional. Segundo ele, o modelo não seria aplicável à região.

Sobre a escalada do preço do dólar no Brasil e seus efeitos sobre a inflação, Meirelles lembrou que a moeda norte-americana "apreciou-se em relação à quase todas as moedas do mundo, incluindo as latino-americanas. Ele destacou que a maioria dos países da região, inclusive do Brasil, não tem meta de taxa de câmbio e que o objetivo dos bancos centrais é preservar a liquidez e o bom funcionamento do mercado de câmbio. "Estamos conseguindo esta preservação com êxito no Brasil, agindo a tempo".

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