Os bancos espanhóis são suficientemente sólidos e não precisam que o Estado entre em seu capital, declarou nesta quinta-feira Emilio Botín, presidente do Santander, o primeiro banco espanhol, por ora alheio à crise financeira mundial.

"As entidades espanholas não precisam da participação do Governo, como ocorreu em outros mercados, dadas sua solvência e solidez", declarou Botín.

O governo socialista de José Luis Rodríguez Zapatero adotou na segunda-feira medidas que permitem que o Estado entre no capital dos bancos a fim de socorrê-los, caso necessário.

Zapatero enfatizou que se trata de uma medida preventiva e que não está prevista uma intervenção estatal nos bancos espanhóis.

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