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Presidente do Eurogrupo estima gestão dos EUA na crise e quer mais supervisão

Bruxelas, 17 set (EFE).- O presidente do Eurogrupo (que reúne os responsáveis de Finanças da eurozona), Jean-Claude Juncker, estimou hoje as recentes decisões tomadas pelas autoridades americanas para enfrentar a crise financeira e se mostrou partidário de melhorar os mecanismos de supervisão do setor.

EFE |

Em um discurso em Bruxelas, o primeiro-ministro luxemburguês e responsável de Finanças insistiu em que "os mercados não podem resolver tudo" e considerou "uma boa notícia que os Governos estejam presentes".

Juncker não quis responder se alguma entidade financeira européia pode acabar como o banco Lehman Brothers (que se declarou em quebra) ou a seguradora AIG (nacionalizada), mas ressaltou que o sistema financeiro europeu é mais forte que o americano.

Em qualquer caso, Juncker disse que "precisamos de um marco sólido de regulação e supervisão" para evitar problemas.

Diante dos recentes acontecimentos, constatou que as turbulências financeiras não chegaram ao fim, mas disse confiar em que o efeito na Europa será limitado.

Embora a desaceleração esteja sendo "mais pronunciada do que o previsto" e persistir uma grande incerteza, Juncker se mostrou convencido de que a eurozona não cairá em recessão, e insistiu em que não são necessárias medidas de choque para reativar a economia, como as adotadas por Washington.

Ressaltou que, neste momento, o principal problema da zona do euro é a alta inflação (em agosto, ficou em 3,8%), e lembrou que a tarefa de controlar os preços não é exclusiva do Banco Central Europeu.

"Os Governos e os agentes sociais também devem assumir sua responsabilidade", reiterou. EFE epn/an

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