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Presidente do BCE diz que #145;o pior já passou #146;

A pior fase da desaceleração nas principais economias da Europa ocorreu no segundo e no terceiro trimestres deste ano, disse o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet. Agora, a região está posicionada para uma recuperação progressiva, e deve voltar a seu potencial no próximo ano.

Agência Estado |

Trichet fez essas declarações ao responder a questões após seu discurso no Economic Club de Nova York.

Essa retração da economia européia, junto com o declínio do preço do petróleo, diminuiu as preocupações dos formuladores de políticas com a inflação e permitiu que o BCE se juntasse a outros bancos centrais para um corte coordenado de 0,5 ponto percentual nas taxas de juros na semana passada.

Contudo, Trichet reforçou a necessidade de os governos se manterem alertas para a alta dos preços em seus respectivos países e reiterou a dedicação do banco com a estabilidade dos preços, sua meta central.

Em um comunicado preparado para divulgação após o discurso e em suas respostas à audiência presente ao Economic Club, Trichet elogiou a "excepcional cooperação entre os bancos centrais", que se tornou um destaque na crise financeira. "Este é um problema que todos compartilhamos", disse. "Se você não é parte da solução, você é parte do problema."

Segundo Trichet, o sistema financeiro europeu vai receber suporte pelo tempo que for necessário, o que é consistente com a meta principal do banco central para a estabilidade de preço. "A meta principal de um banco central - e, certamente, do BCE - é manter a estabilidade de preço."

O presidente do BCE disse que a recente turbulência obrigou os formuladores da política a adotarem medidas para "assegurar o continuado acesso à liquidez dos bancos solventes". "O sistema euro pretende continuar a seguir essa abordagem o tempo que for necessário", disse Trichet.

Até agora, aquelas medidas têm envolvido grandes injeções de dinheiro nas operações regulares, para ajudar a manter os fluxos no que Trichet descreveu como mercados de empréstimos "enfraquecidos". Segundo ele, essas operações são uma função separada do banco central de suas ações de política monetária. Até a semana passada, o BCE resistia em cortar sua taxa básica de juros, com medo de atiçar as expectativas inflacionárias.

Contudo, na quarta-feira da semana passada, o BCE se juntou às ações coordenadas de corte nas taxas de juro dos principais bancos centrais ao redor do mundo, reduzindo sua taxa básica de juros em 0,5 ponto porcentual, para 3,75%. De acordo com Trichet, a ação foi justificada pela visão dominante de que "a crise financeira tinha reduzido mais os riscos de alta para a estabilidade de preço". As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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