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Presidente do Banco Mundial se reúne com premiê chinês para analisar crise

Pequim, 16 dez (EFE).- O presidente do Banco Mundial (BM), Robert Zoellick, se reuniu hoje com o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, para analisar medidas diante da atual crise financeira global, informou a agência estatal Xinhua.

EFE |

Na reunião, Wen destacou que a China responderá à crise com políticas para aumentar a demanda do mercado doméstico, "como método eficaz para estimular o crescimento econômico".

O primeiro-ministro destacou a Zoellick que, entre os objetivos prioritários da política econômica chinesa, está superar a disparidade de renda entre as zonas rurais e as urbanas, a baixa renda per capita média (US$ 1.500) e os bolsões de pobreza que perduram em muitas regiões do país.

O plano de Pequim, acrescentou, consiste em melhorar a renda da população mais desfavorecida e os benefícios sociais que recebem para tentar tanto resolver a desigualdade social quanto superar a atual crise, que produziu uma queda de vendas de produtos chineses no exterior.

Em 3 de novembro, o Governo chinês anunciou um pacote de medidas de estímulo econômico no valor de 4 trilhões de iuanes (US$ 586 bilhões), com o qual espera resistir ao impacto da crise financeira mundial em sua economia, com marcados sintomas de desaceleração.

A China destinará esse pacote a obras públicas, de infra-estruturas (canalização de água, estradas, rede elétrica, telecomunicações) à proteção do meio ambiente, educação e saúde, disse Wen a Zoellick.

Na reunião, o presidente do BM destacou que a crise financeira exige maior cooperação entre a comunidade internacional.

Afirmou também que sua instituição continuará apoiando a China para que supere as dificuldades em seu mercado financeiro e trabalhista, com dezenas de milhares de trabalhadores perdendo o emprego por causa do fechamento de fábricas exportadoras.

Zoellick manifestou sua satisfação com as medidas ditadas por Pequim em novembro - um dos maiores pacotes de gasto público da história - e reiterou que manter a estabilidade econômica do país será a maior contribuição da China para tentar superar a crise global. EFE abc/an

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