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Presidente da Siemens tenta encerrar capítulo negro de corrupção de empresa

Berlim, 18 dez (EFE).- O presidente do grupo industrial alemão Siemens, Peter Löscher, assegurou hoje que a companhia alemã deixou para trás o capítulo negro da corrupção que atingiu a empresa em países como Argentina, Venezuela, Estados Unidos e a própria Alemanha.

EFE |

Em entrevista coletiva organizada pela Associação da Imprensa Estrangeira (VAP, na sigla em Alemão), Löscher insistiu repetidamente no sucesso da readaptação das políticas da empresa, na qual investiram 2 bilhões de euros nos últimos 18 anos.

Perguntado pelos sucessivos escândalos que estão afetando a empresa, Löscher assegurou que a companhia "colaborará com a justiça" como veio fazendo até agora.

No entanto, rejeitou responder a perguntas relativas a pagamento de subornos a membros dos Governos argentinos de Carlos Menem (1989-1999) e Fernando De la Rúa (1999-2001), assim como sobre se essas práticas se mantiveram posteriormente.

A Siemens chegou, na segunda-feira, a um acordo com o Departamento de Justiça dos EUA, segundo o qual pagará uma multa de cerca de US$ 800 milhões em troca que se desprezem as acusações que sofre por corrupção.

O escândalo de corrupção da Siemens explodiu em novembro de 2006, quando se soube que antigos diretores recorriam a subornos e pagamento de comissões para conseguir contratos.

A empresa detectou "pagamentos não aclarados" em pelo menos 12 países, especialmente nos EUA, mas também na Argentina, Vietnã, Grécia e Polônia, num valor total de aproximadamente US$ 1,3 bilhão de euros (cerca de US$ 1,75 bilhão) entre 2000 e 2006.

Na Alemanha, a Siemens conseguiu que a Procuradoria de Munique desse encerrasse o caso aceitando o pagamento de 395 milhões de euros (US$ 531 milhões). EFE nvm/jp

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