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Presidente da Renault-Nissan abre Salão de Los Angeles

O presidente da Renault-Nissan, Carlos Ghosn, admitiu que a crise econômica mundial é muito grave e preocupante e que o setor automobilístico não sairá ileso, ao inaugurar nesta quarta-feira o Salão do Automóvel de Los Angeles, Califórnia.

AFP |

"Os Estados Unidos e o resto do mundo estão, sem qualquer dúvida, em uma situação (econômica) muito grave e séria. O fluxo de crédito está longe do normal e a recessão, que começou nos EUA, está se alastrando", advertiu Ghosn.

"Todos vão ser afetados pela crise", disse Ghosn, lembrando que outubro foi o pior mês para a venda de automóveis nos Estados Unidos nos últimos 25 anos.

"Será necessário adaptar-se, inovar, para sair desta tempestade", estimou Ghosn, destacando que o panorama para a indústria automobilística mundial é sombrio e provocará o desaparecimento de alguns atores.

Ghosn também anunciou que a Nissan fechou um acordo com o estado do Oregon para desenvolver uma rede de postos para a recarga de carros elétricos.

Os termos do acordo são similares aos já alcançados com o estado do Tennessee e com Israel, Dinamarca e Portugal, e destacam a vontade da Renault-Nissan de se tornar o primeiro grupo mundial de produção de veículos não-contaminantes, disse Ghosn.

A Renault-Nissan destacou que espera entregar seus primeiros carros elétricos nos Estados Unidos em 2010.

O Salão do Automóvel de Los Angeles, o segundo mais importante dos Estados Unidos, após Detroit, foi aberto no momento em que os dirigentes das três principais montadoras americanas estavam em Washington para pedir socorro financeiro ao governo federal.

tq/LR

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