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Presidente da HP Brasil diz que crise é termo muito forte para o País

Embora espere capítulos complicados para a economia nos próximos seis meses, com reflexos mais pesados na cadeia produtiva, o presidente da HP Brasil, Mário Anseloni, acha o termo crise muito forte para o País. O País não está em crise.

Agência Estado |

Está, sim, passando por uma adaptação a uma nova realidade econômica global", afirmou hoje a jornalistas.

Esse processo, na visão do executivo, trará à economia do País impacto no curto prazo. "Mas no médio e longo prazos, o Brasil sairá fortalecido", ressaltou o dirigente, citando as conquistas do País no campo macroeconômico nos últimos anos, que acabou por colocá-lo numa situação mais favorável que a de outros países.

De acordo com Anseloni, essa "reviravolta" nas finanças globais trará a necessidade de revisão de planos por parte das empresas, já que o contexto econômico agora é outro e "o Brasil não está alheio ao mundo". Contudo, essa reavaliação, na opinião do executivo, não deve anular a disposição das corporações de continuar investindo em Tecnologia da Informação (TI). "Nossa sensação é de que as empresas, no momento em que preparam seus planos de investimento para 2009, constataram que os aportes em TI não podem parar", disse.

De acordo com ele, começaram a "sair da gaveta", nas últimas semanas, "projetos de empresas que estavam dormentes". Ele acredita que os aportes em TI, "antes vistos como custo", agora são encarados como uma forma de tornar as empresas mais eficientes.

Mesmo assim, ele espera a contratação de projetos "menos complexos" por parte de alguns clientes, como governo, embora ache que ainda há oportunidades a se explorar no mercado financeiro e de telecomunicações, usuários intensivos de tecnologia.

Para o mercado de computadores pessoais, apesar de o executivo não fornecer números sobre as vendas esperadas para 2009, a expectativa é de um acréscimo "ligeiramente superior" ao de 2008. Durante evento com a imprensa, o presidente da HP Brasil disse que, apesar de ter registrado vendas "espetaculares" em outubro, "batendo todos os recordes da empresa", espera que o comércio de seus produtos de informática e serviços no Natal "não seja tão agressivo ante 2007". "Outubro foi o meu Natal", sentenciou.

Sem abrir números, ele comentou que os negócios naquele mês ficaram duas vezes e meia maiores que a média mensal registrada durante 2008. Parte desse movimento, segundo ele, deve-se ao fato de o ano fiscal do grupo terminar em novembro, o que leva suas equipes a antecipar seus esforços de venda. Outra explicação para os negócios maiores em outubro, conforme Anseloni, foi que muitos consumidores resolveram antecipar suas compras, com receio de que o dólar subisse mais ainda.

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