O presidente da Eletrobras, José Antonio Muniz, disse à <b>Agência Estado</b> que ficou surpreso com a desistência da Camargo Correa e da Odebrecht de formar parceria com subsidiárias da estatal para participar do leilão da hidrelétrica de Belo Monte, marcado para 20 de abril. Ele ressaltou, no entanto, que as empresas têm até o dia 14 para formalizar, junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os seus consórcios.

O presidente da Eletrobras, José Antonio Muniz, disse à <b>Agência Estado</b> que ficou surpreso com a desistência da Camargo Correa e da Odebrecht de formar parceria com subsidiárias da estatal para participar do leilão da hidrelétrica de Belo Monte, marcado para 20 de abril. Ele ressaltou, no entanto, que as empresas têm até o dia 14 para formalizar, junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os seus consórcios.<p><p>Muniz não descartou a possibilidade de as empresas privadas entrarem sozinhas na disputa. "Elas declinaram de participar com a Eletrobras mas têm prazo até o dia 14", afirmou. Muniz disse que a Eletrobras é apenas um "player" do setor e acrescentou que a condução do leilão de Belo Monte está sendo feita pelo governo.<p><p>Admitiu, no entanto, que "é complicado" se restar apenas um consórcio na disputa por Belo Monte. "Aí não é leilão", afirmou, reiterando que há uma equipe no governo tratando do assunto. Disse ainda que várias empresas se inscreveram para fazer parceria com a Eletrobras na chamada da Eletronorte. Ele, no entanto, evitou citar o nome dessas empresas.
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