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O presidente da Claro, João Cox, disse há pouco à Agência Estado que achou muito criativa e inteligente a proposta feita ontem pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, de criação do Bolsa Celular, que prevê a distribuição de 11 milhões de celulares para beneficiários do programa Bolsa Família. Segundo ele, a Claro está analisando a viabilidade do produto, que tem o foco nas camadas mais carentes da população.

Pela proposta do ministro, além do celular, o cliente ganharia um bônus mensal de R$ 7,00 para gastar com ligações. Cox disse que é inteligente pensar em desonerar o celular do pagamento da contribuição para o Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel), mas que os recursos recolhidos anualmente, que são em torno de R$ 40,00 por celular, são inferiores aos R$ 84,00 que as empresas teriam que colocar como bônus anualmente nesses celulares.

O presidente da Claro lembrou que a carga tributária sobre a telefonia celular é muito alta, em torno de 44%. Maior, segundo ele, do que os tributos incidentes sobre perfumes, bebidas alcoólicas, armas e cigarros.

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