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Presidente da Claro diz que meta é tirar 1ª posição da Vivo

No dia em que Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou empate de TIM e Claro no ranking de telefonia móvel, com 25,09% de participação cada uma, o presidente da Claro, João Cox, convocou coletiva de imprensa para divulgar que sua empresa é a segunda colocada em número de clientes, atrás apenas da Vivo (30,12%). Mas a meta, de acordo com o executivo, é a liderança.

Agência Estado |

"Essa foi a virada", afirmou o executivo, dizendo ter fechado agosto com 34.732.117 linhas móveis, enquanto sua concorrente registrou 34.726.339 assinantes, uma diferença de 5.778 telefones. Os números estão no site da consultoria Teleco, que considerou três casas decimais. "Essa é só etapa do caminho que a gente cumpriu. A meta é passar a Vivo."

Segundo o Teleco, os dados de agosto mostram que a Claro liderou o crescimento em adições líquidas, com 1.011.996 de celulares, seguida por Vivo (757 mil), Oi (674 mil) e TIM (547 mil).

A busca pela liderança será calcada na mesma estratégia que a empresa diz seguir: preços baixos, qualidade no atendimento, subsídios e inovação. "Desde que cheguei na Claro, meu objetivo é a liderança, que já foi obtida em termos de vendas", afirmou.

O iPhone será um dos pilares para aprofundar a diferença entre seus concorrentes. "TIM e Oi ainda não têm contrato com a Apple", afirmou, evitando detalhar o lançamento do produto porque "a coletiva de imprensa ainda não foi marcada". Cox acredita que a portabilidade numérica, recurso que permite trocar de operadora sem mudar o número do celular, também será determinante.

A telefonia móvel de terceira geração (3G) é outra arma. Hoje, de acordo com Cox, a Claro está em 20 unidades da federação, com o sinal disponível a 65 milhões de potenciais clientes. "No fim deste mês, mais três unidades da federação estarão cobertas", informou.

Questionado sobre instabilidade em sua rede de dados 3G, tendo alguns bairros de São Paulo ficado sem o serviço inclusive hoje, o presidente da Claro respondeu que qualquer mudança no planejamento urbano pode afetar, temporariamente, o serviço de comunicação móvel, por isso é preciso monitorar "constantemente" a rede. "A rede é viva: se aparece um prédio do lado, muda a transmissão. Por isso estamos sempre atentos", observou o executivo.

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