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Presidente da Alstom reclama de repercussão de investigação na Suíça

SÃO PAULO - O presidente mundial da francesa Alstom, Patrick Kron, reclamou hoje da maneira como a empresa vem sendo tratada em órgãos de imprensa por conta das investigações das autoridades suíças para apuração de indícios de corrupção. A Alstom não tem doença contagiosa, não corrompe agentes públicos e deve ser tratada de maneira justa e equilibrada , afirmou Kron, que chegou ontem ao país para fechar contratos e ter encontros com clientes e veículos de comunicação. Ele deve ir embora do país ainda hoje, à noite.

Valor Online |

Segundo Kron, o tratamento dado à Alstom pela imprensa tem impacto negativo para funcionários e perturba clientes que acreditam há décadas na multinacional francesa. A investigação sobre a Alstom começou em 2004, quando auditores da KPMG, a serviço da Comissão Federal Bancária da Suíça, descobriram documentos que detalhavam transferência de recursos da Alstom para empresas fantasmas na Suíça e em Liechtenstein. O relatório da KPMG informava que a natureza das transações e dos documentos levava à conclusão de que houve corrupção .

As investigações ainda não foram concluídas e a expectativa é de que o juiz suíço que cuida do caso dê sua palavra final nas próximas semanas. Kron reforça que auditoria interna feita pela empresa não encontrou indícios de irregularidades. Não encontramos desvios ou infrações nos contratos, inclusive nos do Brasil , explicou o francês.

(Raquel Balarin | Valor Econômico para o Valor Online)

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