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Presidência da UE pede que Rússia e Ucrânia resolvam crise esta semana

Praga, 6 dez (EFE).- A Presidência da União Européia (UE) - nas mãos da República Tcheca - advertiu hoje à Rússia e à Ucrânia de que a crise de fornecimento de gás natural à Europa criada por sua disputa comercial deve ser superada em uma semana, após chegar hoje a um nível sem precedentes.

EFE |

Em entrevista coletiva em Praga, o vice-presidente do Governo tcheco para Assuntos Europeus, Alexander Vondra, apelou a Moscou e a Kiev a "resolver esta semana" sua disputa, já que a queda no fornecimento à Europa é maior do que há três anos.

"Estas crises periódicas não são aceitáveis no mundo civilizado", disse Vondra, que advertiu à Rússia que "fechar o fornecimento não é o caminho de resolver a disputa." "Não podemos ficar seqüestrados pelos russos ou por algum país de passagem", disse o primeiro-ministro tcheco, Mirek Topolanek, na mesma entrevista coletiva onde falou do programa da Presidência semestral da UE assumida por seu país em 1º de janeiro.

Em direção a Kiev, Topolanek advertiu que a Ucrânia pode perder "credibilidade" se não chegar a um acordo com Moscou.

Considerou inclusive que "a Ucrânia deve aceitar um compromisso dos preços de passagem (do gás natural russo que passa por seu território em direção ao resto da Europa)".

Após as grandes reduções do fornecimento registradas esta manhã em vários países do sul, do leste e do centro da Europa, destacou que "a situação mudou radicalmente de ontem para hoje".

"Ontem era previsível e hoje a situação é insustentável", disse.

O ministro de Transporte e Energia tcheco, Martin Rimam, que estava viajando para a Rússia após ter visitado Kiev ontem, dentro de uma missão para tratar esta crise, ressaltou a necessidade da UE de contar com dados confiáveis sobre a passagem do gás. EFE gm-wr/an

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