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Pré-sal pouco muda cálculo de reservas

O pré-sal teve pouca relevância no cálculo das reservas provadas da Petrobrás ao fim de 2008. A companhia terminou o ano com 14,093 bilhões de barris de óleo e gás, um acréscimo de 173 milhões sobre o final de 2007.

Agência Estado |

Do pré-sal, apenas o Espírito Santo, que contribuiu com 128 milhões dos 920 milhões de barris descobertos no ano.

A estatal começou 2008 com descobertas provadas de 13,920 bilhões de barris. Desse total, 747 milhões de barris foram produzidos e 920 milhões comprovados. Com isso, as reservas terminaram o ano em 14,093 bilhões de barris. O volume é dividido em 85% de petróleo e 15% de gás.

A companhia passou o ano em uma corrida para cumprir os prazos exploratórios fixados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) para as concessões do pré-sal. Apenas dois campos marítimos - Lagosta e Camarupim Leste - foram declarados comerciais no ano passado e ambos estão anexados a outros projetos maiores da estatal. Em 2007, foram três e em 2006, 16.

Especialistas dizem que a empresa optou por perfurar o maior número possível de concessões a fim de estender o prazo de exploração. A regulamentação do setor garante às concessionárias um prazo extra para avaliar cada nova descoberta.

Esse processo começará este ano em Tupi, maior descoberta na camada pré-sal até o momento, que recebe um teste de longa duração em abril. Nele, a Petrobrás instala em abril uma plataforma para produzir 30 mil barris por dia como avaliação de reservatório.

A empresa não indicou de onde vieram os 792 milhões de barris descobertos fora do pré-sal do Espírito Santo. Em 2007, a empresa descobriu 875 milhões de barris. A companhia fechou 2008 com petróleo para 18,9 anos, projeção que leva em conta a manutenção do ritmo de produção atual.

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